O principal lançamento nos cinemas do Brasil nesta quinta, 23, é Michael, o filme que conta a história do rei do pop Michael Jackson. A cinebiografia entra em cartaz na grande maioria das salas brasileiras.
Só na pré-estreia desta terça-feira, 21, o filme foi visto por mais de 270 mil pessoas em 2,3 mil salas, com sessões lotadas. Número que vai aumentar a partir de agora.
Nos Estados Unidos, a estimativa é que o longa arrecade entre US$ 85 milhões e US$ 105 milhões nesta primeira semana de exibição. Se a previsão for confirmada, vai quebrar a marca de Oppenheimer, que abriu com US$ 82 milhões, e se tornar a maior estreia de uma cinebiografia na história do cinema, como tudo no Michael que era grandioso.
Críticas cruéis, de novo
Enquanto fãs saem cantando e suspirando das sessões, a mesma crítica que tentou enterrar Michael Jackson vivo, agora destila sua maldade novamente.
O filme teve apenas 35% de aprovação no Rotten Tomatoes. Já o crítico da BBC Nicholas Barber foi mais duro: disse “Bad. Bad. Really, really bad. Como diz a canção, é ruim. Ruim. Muito, muito ruim”, e arriscou dizer que o filme “tem tudo para ser o pior de 2026”. Desculpe senhor crítico, mas a gente assistiu e discorda redondamente do seu ponto de vista cruel.
Talvez não tenha agradado o senhor porque o filme foca na fase sublime de Michael Jackson, antes das denúncias e mentiras sórdidas que a imprensa insistiu em publicar para faturar em cima dele. Exibidores brasileiros concordam com a gente e dizem que, mais do que um longa, Michael é “um evento musical que só a experiência cinematográfica permite”.
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Maior investimento da Universal
A cinebiografia de Michael Jackson é o maior investimento em mídia da história da Universal no Brasil.
E as exibições antecipadas foram bem-sucedidas em cinemas do mundo inteiro.
Isso mostra que Michael ainda encanta pessoas de todas as idades e grupos demográficos, 17 anos após sua morte, no dia 25 de junho de 2009.
A produção do filme
Michael é dirigido por Antoine Fuqua (Dia de Treinamento), e conta a história do músico brilhante desde os anos do Jackson 5 até o começo da carreira solo.
Jaafar Jackson, sobrinho de Michael Jackson, interpreta o tio na adolescência e na fase adulta.
O elenco ainda conta com Colman Domingo e Nia Long como os pais do popstar, Miles Teller como o agente do protagonista, Laura Harrier, Kat Graham e Derek Luke.
O roteiro é de John Logan (Gladiador),
E você, já assistiu?




