Uma vigilante de segurança impediu a retirada de um recém-nascido de dentro de uma unidade de saúde no Hospital Regional de Santa Maria, em Brasília, no Distrito Federal. A ação ocorreu quando uma mulher, que se apresentou como técnica de enfermagem, deixou o local com o bebê sem autorização.
De acordo com as informações apuradas, a vigilante Késia Verneque percebeu uma movimentação fora do padrão e decidiu acompanhar a mulher pelos corredores. Ao notar que estava sendo seguida, a suspeita acelerou o passo e afirmou que realizava um teste de segurança.
A abordagem resultou na contenção da mulher ainda dentro do hospital. O caso levou à revisão de protocolos internos e colocou em evidência o papel da vigilância em ambientes hospitalares, especialmente em áreas sensíveis como a maternidade.
Atuação da vigilante
Késia atua como vigilante na unidade e estava em serviço no momento do ocorrido. Segundo entrevista para a Record, a profissional contou que desconfiou da situação ao observar a saída da mulher com o bebê sem a identificação adequada.
A vigilante decidiu seguir a suspeita para verificar a situação. Durante o acompanhamento, a mulher mudou o comportamento, o que reforçou a desconfiança e levou à abordagem.
Em depoimento, foi informado que a suspeita alegou estar testando a segurança do hospital. A justificativa não foi confirmada pela administração da unidade.
Leia mais notícia boa:
Médica do Samu salva vida de bebê engasgado graças a viatura com pneu furado; vídeoBebê abandonada em supermercado conhece mulheres que a resgatam, 53 anos depoisQuem é o ex-soldado que salvou bebê da inundação em Juiz de Fora na última semana de serviço
Suspeita foi detida e liberada com medidas cautelares
A mulher foi identificada como Eliane Vieira, que se apresentava como técnica de enfermagem. Ela foi detida em flagrante após a intervenção da vigilante.
Posteriormente, durante audiência de custódia, a Justiça concedeu liberdade provisória, com a aplicação de medidas cautelares. O caso segue sob análise das autoridades competentes.
O Instituto de Gestão Estratégica, responsável pela administração do hospital, informou que a profissional envolvida foi afastada imediatamente após o ocorrido.
Em nota, a instituição afirmou que o caso está em análise e que medidas administrativas serão adotadas conforme o andamento das apurações.
O hospital também indicou que pretende revisar os protocolos de segurança, especialmente no controle de acesso e circulação de pessoas nas áreas internas.




