A Record TV decidiu reagir à ausência na transmissão da Copa do Mundo FIFA 2026 com uma estratégia clara: investir em presença e conteúdo. A emissora negocia levar Felipe Andreoli aos Estados Unidos durante todo o Mundial, transformando o apresentador no principal rosto da cobertura.
Record aposta em Felipe Andreoli para segurar o SBT ─ Imagem: Reprodução – Edição/RD1
Sem jogos na grade, o foco muda completamente, sai a transmissão e entra a disputa por atenção.
Record aposta em Felipe Andreoli para criar “sua própria Copa”
A ideia da Record não é competir diretamente com quem tem os direitos, mas sim criar um ecossistema paralelo.
Andreoli deve comandar conteúdos sobre a seleção brasileira, bastidores e entradas ao vivo, além de participar de ações comerciais com marcas.
Na prática, o projeto envolve:
Cobertura diária direto dos Estados Unidos
Conteúdo multiplataforma (TV + redes sociais)
Participação ativa em campanhas publicitárias
Integração com jornalismo e entretenimento
O movimento também marca um retorno de Andreoli ao esporte, após passagem recente por programas fora desse núcleo.
Disputa real de Felipe Andreoli é contra o SBT e o digital
Mesmo com TV Globo e SporTV dominando a transmissão oficial, a briga da Record é mais direta com o SBT e plataformas digitais.
Isso porque o Mundial de 2026 terá um cenário fragmentado:
CazéTV com forte presença no digital
GE ampliando cobertura online
N Sports em parceria de conteúdo
Nesse ambiente, quem não transmite precisa disputar relevância com narrativa, bastidor e velocidade.
E é exatamente aí que a Record tenta se posicionar.
Histórico explica a estratégia atual
A emissora chegou a negociar os direitos da Copa com a LiveMode, mas recuou ao descobrir que não teria exclusividade na TV aberta.
Sem exclusividade, o produto perde valor comercial, especialmente para anunciantes.
Agora, o caminho encontrado é outro:
reduzir custo de direitos
manter presença no evento
monetizar via publicidade e conteúdo proprietário
O que está em jogo para a Record?
O movimento vai além de cobertura esportiva, ele envolve posicionamento de marca.
Se der certo, a emissora pode:
manter relevância durante o maior evento do mundo
atrair anunciantes mesmo sem jogos
fortalecer sua presença no digital
Se falhar, o risco é desaparecer no meio de uma cobertura dominada por Globo e novos players digitais.
No fim, a Copa de 2026 pode não passar na Record, mas a emissora quer garantir que o público continue passando por ela.
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