Um dos maiores ícones da narração esportiva brasileira, Galvão Bueno, está de casa nova para a grandiosa cobertura da Copa do Mundo de 2026.
Agora brilhando na tela do SBT, o veterano fez um balanço de sua trajetória e admitiu que o “linguajar” do futebol mudou drasticamente ao longo das últimas décadas, apontando que a adaptação trouxe seus desafios.
A evolução do futebol e o limite do respeito
Galvão destacou que o mundo evoluiu e que comportamentos e termos antes considerados normais hoje são inaceitáveis, algo que ele julga extremamente positivo: “Graças a Deus, não se pode falar”, cravou o narrador, referindo-se a comentários desrespeitosos ou preconceituosos.
No entanto, ele confessou que nem todas as mudanças são fáceis de digerir. “Tem algumas coisas chatas também – não em relação a essas coisas desrespeitosas, mas tem algumas coisas chatas no desenrolar da vida”, desabafou o comunicador.
A provável última Copa e os bordões históricos
Com passagens brilhantes por emissoras como Bandeirantes, Record, Gazeta e a consagração absoluta na TV Globo (onde narrou 11 Copas do Mundo), Galvão Bueno se sente honrado com o novo e empolgante desafio no SBT. Contudo, ele já prepara os fãs para uma despedida:
O adeus aos mundiais: “Muito provavelmente essa será a minha última Copa do Mundo”, declarou ele, brincando que já houve falsos alarmes em suas antigas despedidas.
A arte de se reinventar: Ele explicou o segredo do seu sucesso, garantindo que nunca forçou o surgimento de suas marcas registradas. Clássicos como “Vai que é tua, Taffarel!” nasceram no mais puro calor da emoção. “Eu nunca trouxe um bordão de casa, nunca. […] Sai na hora”.
Aos 75 anos, o mestre da voz provou que segue se reinventando e que está mais do que pronto para emocionar o Brasil novamente em 2026.
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