Agora é Lei: a imunoterapia passa a integrar oficialmente os tratamentos do SUS contra o câncer e vai ampliar as opções de tratamento para pessoas que não têm como pagar pela terapia.
O governo federal sancionou uma nova lei que inclui esse avanço no tratamento oncológico, considerado um dos mais modernos e eficazes do mundo. A medida, publicada no Diário Oficial da União (DOU) este mês já está em vigor.
A imunoterapia estimula o sistema imunológico do próprio paciente a combater as células cancerígenas. A vantagem é que tem menos efeitos colaterais em comparação com a quimioterapia e radioterapia, os métodos usados tradicionalmente.
Casos em que será aplicada
O Instituto Nacional de Câncer (INCA) calcula que entre 2026 e 2028 o Brasil terá 781 mil novos casos anuais de câncer.
E a introdução da imunoterapia no Sistema Único de Saude (SUS) leva esperança para pacientes que lutam contra melanoma e alguns tipos de câncer nos pulmões, rins, bexiga, mamas e linfoma de Hodgkin.
A imunoterapia no SUS será aplicada quando os tratamentos convencionais não fizerem mais efeito.
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Melhora significativa
Especialistas concordam que a novidade pode melhorar significativamente o acesso ao tratamento moderno para muitos brasileiros que não têm dinheiro para pagar pelo tratamento avançado..
Vera Lúcia é um exemplo. Diagnosticada no ano passado com um tipo raro de câncer intestinal, ela passou por cirurgia e agora continua seu tratamento através desse método inovador.
As sessões duram 30 minutos e ocorrem a cada 20 dias.
Ela disse que não teve efeitos colaterais significativos.
A imunoterapia no SUS vai ajudar pacientes que lutam contra vários tipos de câncer como melanoma, linfoma, nos pulmões, rins, bexiga e mama. – Foto: Agência Brasil




