Durante uma participação no podcast Club Random with Bill Maher, o roqueiro Billy Idol argumentou que fumar crack lhe ajudou a parar de usar heroína. “Quando você está tentando sair da heroína, para onde você vai? Você vai para outra coisa. Eu comecei a fumar crack”, disse. O cantor, que experimentou drogas pela primeira vez aos 12 anos de idade, tem um longo histórico com o vício.
O tema é um dos destaques do documentário Billy Idol Should Be Dead (do inglês Billy Idol deveria estar morto), lançado na semana passada nos cinemas dos Estados Unidos. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil. No programa de Maher, ele contou uma história de quando quase morreu nos anos 1980 após fazer uso de heroína com alguns amigos. Na ocasião, ele celebrava o sucesso do disco Rebel Yell (1983). “Acabei desmaiando e, quando as outras pessoas no quarto também desmaiaram, eu fiquei roxo”, disse Idol.
Esta não foi a única experiência de quase morte do artista. Em 1990, o fascínio de Idol por motocicletas velozes provocou um acidente que quase o fez perder a perna. Por conta disso, ele rejeitou o papel do vilão T-1000 no clássico O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final (1991)
Atualmente, ele revelou que faz um uso mais moderado de drogas e que às vezes toma “comprimidos de maconha”, mas que não usa cocaína há 20 anos.
Voz do hit Eyes Without a Face, Idol foi alçado à fama mundial nos anos 1970 como vocalista da banda Generation X. Tornou-se ícone do punk e até hoje exibe o cabelo loiro espetado que inspirou Supla e outros fãs.
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