Suspeito de atentado a bomba não queria nomes de Lula e Bolsonaro em ocorrência

George Washington Sousa durante audiência de custódia. (Foto: Reprodução)

Detido por suspeita de armar um atentado a bomba em Brasília, George Washigton de Oliveira Sousa disse em sua audiência de custódia que foi bem tratado pelos policiais que efetuaram sua prisão. Ele fez apenas uma ressalva: não queria os nomes do presidente eleito Lula e do presidente Jair Bolsonaro nos autos da ocorrência.

Na audiência, feita para averiguar se houve algum abuso na detenção, ele se apresenta como gerente de postos de gasolina. Questionado pela juíza, diz também que nunca havia sido preso. Após confirmar que não houve nenhum abuso dos policiais em sua prisão, George Washington destaca que não estava “contra a eleição de Lula”, mas contra “as eleições que aconteceram no Brasil”.

O pedido para retirar o nome de Lula dos autos teria enervado o delegado que tomou seu depoimento. “Ele chegou a falar um pouco alto lá dentro”, comenta o suspeito. “E colocou o nome do presidente Bolsonaro [nos autos], que eu também pedi para ele retirar, mas acredito que ele não retirou”, finaliza.

Fonte: O Antagonista

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